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Temos a primeira olhada exclusiva no novo filme de Shelley Hennig, Fluxx, que acaba de confirmar sua estreia mundial.

Hennig estrela como uma atriz de Hollywood que está determinada a salvar seu famoso marido desaparecido (interpretado por Shiloh Fernandez), apesar de ela não poder deixar sua casa em Malibu por vontade própria.

O thriller psicológico, dirigido por Brendan Gabriel Murphy (que também co-escreveu com Keyaunte Mayfield) terá sua estreia mundial no Mammoth Film Festival em 1º de março, onde competirá pelo Golden Mammoth Award do festival.

Fluxx também estrela Tyrese Gibson como o apresentador de talk show de entretenimento Calvin Campbell, ao lado de nomes como Henry Ian Cusick, estrela de Lost, Charlotte McKinney, Michael Aaron Milligan e Jeff Perkins. Lance Paul, Brittney Rae, Dee Shiver, Emily Tremaine Fernandez, James Reid, Cait Bidwell e Tanner Beard completam o elenco.

“[Fluxx é] uma montanha-russa de emoções humanas, explorando o lado negro do sonho de Hollywood”, explicou Brendan Gabriel Murphy.

“Embora o filme esteja envolto em um thriller psicológico, ele cruza gêneros, tornando a história única devido à sua narrativa não linear e ao tema atemporal… os filmes.”

Tanner Beard, CEO da produtora Silver Sail Entertainment, acrescentou: “Este projeto será algo tão novo para o público, esses atores vão a lugares que você nunca os viu ir, a cinematografia é um nível acima e Brendan Gabriel Murphy tem um estilo que é vai mudar o jogo.”

“Estou imensamente orgulhoso do trabalho realizado aqui por nosso elenco, equipe e colegas produtores. Mal posso esperar para que todos experimentem a magia do neon.”

Fluxx ainda não confirmou a data de lançamento, mas após sua estreia mundial, o filme também estará disponível para aquisição como parte do MammothFF MarketPlace.

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Fonte: Digital Spy

Tradução e adaptação: Shelley Hennig Brasil


No primeiro dia do ano, Shelley Hennig esteve acompanhada de David Appleton para assistir o jogo entre Miami Heat vs Los Angeles Clippers. Confira as fotos:

Inicio > Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2024 > 01.01 – No jogo do Miami Heat vs Los Angeles Clippers


O thriller policial Cult Killer, anteriormente conhechido como The Last Girl, segue Alice Eve, que interpreta uma investigadora particular júnior que trabalha em um terrível caso de assassinato ao lado do experiente Antonio Banderas. O trailer mostra a personagem de Eve, Cassie Holt, enquanto ela descobre uma teia emaranhada envolvendo um serial killer implacável e uma família rica com segredos obscuros.

Cult Killer é do diretor Jon Keeyes, que não é estranho em colaborar com Banderas. No ano passado, ele uniu forças com o indicado ao Oscar em Code Name Banshee, outro thriller de ação sobre um assassino veterano que sai da aposentadoria quando uma recompensa é colocada em sua cabeça. Keeyes também é um produtor proeminente, trabalhando principalmente em The Kill Room, reunindo as estrelas de Pulp Fiction: Tempo de Violência, Samuel L. Jackson e Uma Thurman. Nas telonas, Paul Reid e Shelley Hennig vão se juntar a Banderas e Eve no thriller de ação. Hennig interpreta Jamie Douglas.

Shelley Hennig chegou a ser fotografada no set de filmagens na Irlanda em 2022, confira fotos em nossa galeria:

Inicio > Flagras | Candids > 2022 > 23.06 – No set de ‘Cult Killer’ em Wicklow, Irlanda

Cult Killer chega aos cinemas em 19 de janeiro de 2024. Foi classificado como R por conteúdo violento, linguagem e algumas referências sexuais. Assista o trailer abaixo:

Fonte: Collider

Tradução e adaptação: Shelley Hennig Brasil


Shelley Hennig marcou presença no 30th SAG Awards Season Celebration, apresentada pelo City National Bank, na noite de quinta-feira (14) em Los Angeles. O Entertainment Weekly e o Screen Actors Guild (SAG) Awards co-organizaram o evento.

Confira todas as fotos em nossa galeria:

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Shelley Hennig conta à Submission Beauty mais detalhes sobre a sua carreira, seu novo trabalho na série Explosivos e mais. Confira traduzido abaixo:

É ótimo finalmente te conhecer, Shelley. A gente estava querendo ter você conosco há tempos, desde da nossa última entrevista anos atrás. Como você está? 

Estou saindo de um dia de sofrimento, estava separando roupas que não uso mais. Então, estou pronta pra dar uma pausa. É estranho ter que encarar seu passado através das suas roupas velhas. Encontrar um par de cuecas velhas e pensar “ei, cara – eu me lembro quem era seu dono”.

Roupas carregam tantas memórias, não é? Falando nisso… Como foi o photoshoot para essa entrevista?

Foi tudo que eu imaginei que seria, já que eu venho colaborando com a Submission Beauty por alguns anos. É muito reconfortante encontrar pessoas que compartilham dos mesmo valores não-tradicionais que você. Tudo que eu tive que fazer foi aparecer e relaxar. E para que alguém que, ironicamente, tem vergonha da câmera, isso diz muito sobre toda a parte criativa por trás da Submission. É tudo sobre confiança pra mim.

Vamos direto ao assunto, Shelley. Parabéns na nova série que você irá estrelar, Obliterated (Explosivos) da Netflix irá estrear essa semana. Nos conte um pouco sobre a mulher que você interpreta. 

Explosivos é uma comedia de ação com oito episódios que se passa em 24 horas com muita comédia, ação, sexo, drogas, ameaças de bomba nuclear e etc. As mentes brilhantes por trás da série são: Jon Horowitz, Josh Heald e Hayden Schlossberg. Eles estão nos trazendo de volta para aquelas comédias sucessos em bilheteria, só que dessa vez na TV. A premissa é incrível: Uma equipe das forças especiais tem que achar e desativar uma bomba nuclear que está ameaçando acabar com Las Vegas. Eu interpreto a Ava Winters que comanda a porra toda… pensa nela como a mãe madona do seu amigo que você morre de medo. Depois que a equipe acham que completaram a missão e desativaram a bomba, eles saem para celebrar. Eles ficam muito loucos (até a Ava que é toda certinha), e então recebem uma ligação do chefe deles falando que a bomba desativada era falsa e eles tem que ir atrás da verdadeira. É muito “Se Beber Não Case” misturado com “Missão Impossível”. Mas a série é carregada de emoção. 

Por causa da greve do SAG, atores não vão a uma premiere há muito tempo. Você foi pra premiere? Agora que finalmente acabou. 

O fim da greve foi anunciada duas horas antes do red carpet em Vegas. Eu estava lá com Eugene Kim, um dos meus maravilhosos colega de elenco com quem eu me reconectei nesse projeto, e a gente olhou um pro outro e entramos nos nossos personagens – procurando voos, tentando encontrar um jeito de ir pra lá kkkk Mas na verdade, a greve dos atores só terminaria de meia noite. Então, a gente não teve como ir para o red carpet em nossos trajes de gala.

A série parece ser ridícula o bastante para ser um escape que muitas pessoas procuram nesse momento, considerando tudo que vem acontecendo no mundo? 

Você está muito certa. Essa sempre foi a minha parte favorita do meu trabalho. Eu me sinto muito sortuda de fazer parte de algo que te faz chorar de rir e também te deixa desconfortável, mas, ao mesmo tempo, está ali para todas as pessoas. É um presente. 

Você pode nos dizer algo engraçado sobre a série? 

Nós filmamos muitas partes da série em Vegas, o que é muito único e interessante – e também muito barulhento. A gente filmou em cassinos, também em casa de strippers, e é impossível ter um ambiente controlado nesses lugares, então, a agitação de vegas ao nosso redor era muito real. Era perfeitamente agitado e alimentava nossas energias para interpretar nossos personagens e tudo que envolve a história. Eu tirei um cochilo na rua Fremont enquanto estavam acontecendo 3 shows. Outro momento que se destaca, é a cena que gravamos no dia mais frio de Las Vegas. Eu estava usando um biquíni e falando russo. Essa série exigiu muito da gente e nós não iríamos querer que fosse de outro jeito.

Mal posso esperar para ver por que eles fazem você interpretar uma agente da CIA de biquíni…

Bem, é isso que acontece com os agentes da CIA – eles são atores. Algo que se tornou mais óbvio para mim enquanto fazia minha pesquisa. Para ser sincera, não tive muito tempo para me preparar, pois estava vindo direto das filmagens de um filme na Irlanda para filmar esta série, em Albuquerque, e depois em Las Vegas. Mas assisti a uma entrevista muito boa no youtube que provavelmente foi a primeira a aparecer, mas falou comigo e onde eu estava no momento. Aprendi que os agentes da CIA tendem a parecer desgastados por causa da falta de sono e, como essa série surgiu em um dos momentos mais movimentados da minha vida, isso me fez sentir confortável em embarcar em uma jornada como esta. Ótimo, se eu não estiver no meu melhor, ainda vou parecer um agente da CIA, vamos relaxar na rotina de cuidados com a pele… Em segundo lugar, os agentes da CIA às vezes são atores disfarçados. Por causa disso, pude interpretar muitos personagens diferentes. Certamente nunca fiquei entediada.

Parece o projeto de alta energia perfeito para iniciar, num momento em que todos ainda estávamos coletivamente saindo de um período de ritmo lento após o auge da pandemia? (O show foi filmado na segunda metade de 22) E agora você acabou de passar por um longo período de inatividade novamente. Conte-me mais sobre como foi a greve para você?

Li o roteiro de “Cadê Você, Bernadette?”, filme de Linklater estrelado por Cate Blanchett, que tem uma das minhas novas citações favoritas. É algo como “Artistas que não criam são uma ameaça para a sociedade”. Tempos de não trabalho são obviamente difíceis. Sinto-me privilegiada por poder fazer o que adoro quando tenho permissão e realmente não tenho um plano alternativo.

Em última análise, o que estamos discutindo é ter muito tempo disponível…

…E o que você decide fazer com isso, sim. A pressão que colocamos sobre nós mesmos: como posso ajudar durante este período, como posso ajudar outras pessoas que podem precisar de mais ajuda do que eu. Começando projetos para mim dia sim, dia não e nunca terminando haha.

Culturalmente, a gente viu uma grande mudança e depois da greve, reality shows tomando os holofotes da TV enquanto a industria estava de greve. Dessa vez, a conversa parece focar no papel que a IA terá no futuro do mundo do entretenimento. Qual é sua opinião?

O que eu aprendi estando nessa industria é que você tem que se adaptar. Pessoalmente, eu amo reality show: eu amo ótimos conteúdos, péssimos também, bobos também – eu gosto de tudo. Eu só espero que todos tenham seu espaço. Eu sou a favor de atuar e trabalhar com humanos e eu escolho isso invés de tecnologia em qualquer hora do dia – Eu não acho que dá pra comparar o conteúdo produzido por humanos com aqueles produzidos por inteligencia artificial. Mas novamente, a gente precisa se adaptar, e eu acho que isso é um dos motivos por eu ter sobrevivido nessa industria por 16 anos. 

Adaptação é um tópico que conversamos na sua primeira conversa com o Submission Beauty alguns anos atrás, em particular como você estava entrando em novos territórios com diferentes personagens. Você está feliz com os tipos de papéis que estão te oferecendo nesse ponto da sua carreira? Como tudo isso mudou? 

Eu sinto que estou num bom momento agora, e eu acho que tudo vai acontecendo a medida que estou pronta. Interpretar uma adolescente por anos me fazia sentir muito segura e era divertido, mas eu estou gostando dos desafios mais difíceis. Os papéis agora são divertidos de maneira diferente. Eles são mais diversos, mais interessantes, e por alguma razão, eu sinto uma maior responsabilidade na hora de interpretá-los. Eu sinto que estou exatamente onde deveria estar. 

Eu acho que amadurecer e envelhecer também traz uma calma que permite que você se abra de maneira diferente, com a segurança de se conhecer um pouco melhor, concorda?

Sim, e estou orgulhosa de ter quebrado muitos moldes e de não me sentir dentro de uma caixa. Eu já atuei em diversos gêneros. Nunca fiz um programa como Explosivos antes. Tivemos que ter as conversas mais estranhas durante as filmagens. Tipo, “ok, então quando o camelo estiver nos observando fazer sexo…”, o que está muito longe do filme Ouija, quando minha professora da escola católica me ligou com toda a turma ao telefone. Ela explicou que todos estavam muito orgulhosos de mim e mal podiam esperar para ver o filme – mas ela precisava que eu explicasse a eles como eu não acreditava em tabuleiros de Ouija. Fico pensando no que ela vai dizer desta vez – talvez eu não atenda o telefone por um tempo após a estreia…

Já que estamos tocando nesse assunto, você tem alguma prática espiritual?

Para mim, ser espiritual significa enviar coisas boas para o universo e ajudar onde posso. Não sou muito espiritual ou religiosa no sentido tradicional; tive momentos difíceis lidando com isso enquanto crescia e finalmente estou em paz focando apenas na humanidade. Um lugar que me parece religioso é a pista de dança no Cowboy Palace Saloon. Eu adoro dançar em linha, e isso é meio que uma prática espiritual para mim! Tenho um parceiro de dança que cuida de mim, e ele é meu cowboy italiano de 80 anos. Claro, dançar em linha pode ser desafiador, mas os movimentos básicos são fáceis, e eu os lembro desde quando era criança crescendo em Louisiana – é o que fazemos em casamentos. É nostálgico e pode ser muito simples. Apesar de ser uma artista, eu aprecio atividades sem pensar muito.”

E quanto à sua comunidade – onde você encontra suas pessoas e quem são elas?

Eu tenho a sorte de ter uma comunidade espalhada pelo mundo, na verdade. No final do dia, sou uma garota de varanda – é onde estou agora conversando com você. E todos estão sempre receptivos. Eu costumo preferir um estilo de vida simples compartilhado com pessoas de todos os tipos. Adoro me conectar com as pessoas e adoro a diversidade.

Na última vez em que você falou conosco, discutimos bastante sobre mídias sociais. Qual é sua relação com essa ‘fera’ no momento?

Para mim, o Instagram é uma ferramenta de trabalho, um lugar onde posso manter algum controle sobre a minha própria história, e para mim isso significa manter um pouco de mistério enquanto divirto as pessoas. Não sei o quão divertida tenho sido ultimamente, no entanto – estou em um ponto em que não tenho certeza do que fazer. Estou empolgada para compartilhar alguns bastidores ridículos de Explosivos em breve, no entanto!

Pessoalmente, acho seu humor básico e uma frieza um pouco distanciada – mas engraçada – para me sentir muito mais íntimo, na verdade, provavelmente muito mais do que as pessoas que pensam muito mais do que você sobre o quanto e exatamente o que mostram ao mundo – eu posso mal espere para ver o que você está prestes a compartilhar…

Ok, então a pressão está alta… merda. Vamos começar aqui com essa entrevista e essas fotos onde tiraram minhas malditas sobrancelhas! Você sabe que devo amá-los se tiraram minhas sobrancelhas.

Concluindo o assunto de mídia social – De onde você acha que vem o seu senso de humor?

De uma infância tumultuada talvez? Eu acredito que, para muitos de nós, o humor pode ser um caminho. Sou de um subúrbio nos arredores de Nova Orleans. Tenho uma família incrível e uma comunidade maravilhosa lá até hoje. Tenho muito orgulho de onde venho. É muito diferente de onde moro agora, mas no meu íntimo, não mudei muito. Algumas das pessoas mais engraçadas que já conheci (e trabalhei com comédia por um bom tempo) são amigos e familiares da minha cidade natal. Eles são autênticos, e em troca, eu também sou autêntica com eles.

Falando em casa – gosto sempre de perguntar isso – o que é uma lembrança antiga de beleza para você?

UGH – Minha mãe enrolando minha franja para fotos da escola ou competições de dança. Eu não era uma garota de concurso enquanto crescia, mas era uma dançarina competitiva e só me lembro de ter sido queimada na testa pelo maldito modelador de cabelo e minha mãe apenas dizendo “Beleza é dor – Beleza é dor”

Como é a beleza para você agora?

Mudou completamente. A beleza para mim agora está nas imperfeições. É legal não ser tão simétrico, é legal não ter abdômen tanquinho. E aparentemente é legal não ter sobrancelhas agora hahaha. Tudo é legal, desde que você o possua. Estou tão aliviado que é aqui que estamos agora. É bom para a nossa saúde mental e acho incrível que programas, filmes – cultura pop em geral – estejam simplesmente abraçando tudo como beleza. Beleza é diversidade e autocuidado e como você quiser se entregar a isso.

O que te deixa orgulhoso?

Sobreviver.

Do que você mais tem medo?

Essa pergunta.

O que te excita agora?

Merda…

Algo surgiu na sua cabeça quando perguntei, mas você está tentando pensar em algo mais inteligente?

É engraçado, porque sou reservada, mas também muito honesta, então tenho dificuldade nesses momentos. O que me excita agora? Novo amor.. Meu maior medo é meu coração aberto.

Tenho pensado muito sobre legado ultimamente – por que você gostaria que as pessoas se lembrassem de você?

Posso responder isso durante nossa próxima entrevista 😉

Confira a sessão de fotos em nossa galeria:

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Fonte: Submission Beauty

Tradução e adaptação: Shelley Hennig Brasil


Além de participar da premiação WIF Max Mara Face of the Future na quinta-feria (29), Shelley Hennig também marcou presença na premiere da sua nova série da Netflix, Obliterated (Explosivos em português).

Vestindo Isabel Marant, Shelley estava radiante no tapete vermelho do evento.

Confira todas as fotos em nossa galeria:

Inicio > Aparições e Eventos | Appearances and Events > 2023 > 29.11 – Premiere de ‘Obliterated’ em Los Angeles

Obliterated já está disponível para todos os assinantes da Netflix!





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