No ano de 2021, Shelley Hennig filmou vários projetos, entre eles estão Mythic Quest, The Woman in the House, Fluxx e o filme cómico de terror Gatlopp

Gatlopp gira em torno de quatro amigos que, depois de uma década sem contato, decidem se reencontrar para se divertirem enquanto jogam alguns jogos. Entretanto, após algumas doses de bebidas, eles acabam escolhendo um jogo diferente e algo incomum acontece, os amigos percebem que se eles não ganharem o jogo, serão obrigados a passar a eternidade jogando no inferno. 

Shelley irá interpretar Alice, ex de Paul (Jim Mahoney) que está em busca de se divorciar e seguir com sua vida. 

No mês de março, a HBO anunciou os nomes das atrações que estarão em seu catalogo em 2022 e confirmou a presença de Gatlopp na plataforma de streaming. Ainda não há datas concretas, mas estamos ansiosos para poder ver Shelley em mais um filme. 

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O ano de 2022 já começou agitado para Shelley Hennig, prestes a lançar uma nova minissérie da Netflix, a atriz foi fotografada curtindo a noite nas ruas de West Hollywood com alguns amigos no dia 4 de janeiro. 

Confiram em nossa galeria:



Para quem estava com saudades de ver Shelley Hennig nas telinhas, a espera acabou. Sim, isso mesmo que você leu. Dia 28 de janeiro, a atriz de Louisiana irá participar da nova minissérie da Netflix chamada The Woman in the House Across the Street from the Girl in the Window (A Vizinha da Mulher na Janela). Você leu certo, esse é o nome da nova trama da grandiosa Netflix. 

A minissérie é uma comédia de terror que gira em torno do livro conhecido por todos os fãs de suspense: A mulher na janela. A trama fala sobre a vida de Anna, uma mulher que teve seu coração partido e todos os dias passam a ser iguais para ela. Enquanto a mesma está sentada em frente a janela com uma taça de vinho na mão, a vida do lado de fora continua. Um dia, um belo homem se muda para o outro lado da rua, fazendo Anna começar a ver uma luz no fim do túnel. Isso até ela testemunhar um assassinato horrível. Mas será que o que ela viu realmente aconteceu? 

Apesar da premissa parecida com o filme da própria Netflix estrelado por Amy Adams (A mulher na janela), a minissérie que contará com a participação de Shelley promete novidades, muitas risadas e suspense. A ideia é que A Vizinha da Mulher da Janela seja uma sátira do filme que já existe na grade da plataforma de streaming norte-americana. 

A Netflix liberou o trailer da minissérie, assista abaixo:

Shelley interpretará Lisa, uma doce e sexy mulher, mas há mais do que aparenta sob sua superfície, aparentemente superficial? Anna certamente pensa assim.

Confiram Stills de Lisa em “A Vizinha da Mulher na Janela” em nossa galera:

Além de Shelley Hennig, o elenco conta com Kristen Bell, Tom Riley, Mary Holland, Samsara Yett, Michael Ealy e Cameron Britton. 

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Aclamada pela crítica e querida pelo público, Mythic Quest vem roubando o coração de muitos e se tornando uma das maiores séries do catálogo da Apple TV+. A trama, que gira em torno de uma empresa de criadores de videogames, mistura humor, emoção e uma dose de seriedade. 

Em 2021, Shelley Hennig teve a oportunidade de participar de um episódio do programa, o qual narrava uma parte da vida de um dos personagens de grande importância da série. Backstory – nome do episódio – foi criado com a intenção de contar sobre o passado de C. W. Longbottom. Por causa dessa volta ao passado, pudemos conhecer A.E. Goldsmith, personagem vivida por Hennig, uma jovem escritora nos anos 80 que trabalhava ao lado de C. W. 

O episódio foi muito elogiado pela crítica, alcançando uma nota de 9.2 no IMDB, o maior da segunda temporada e um dos maiores de toda a série. E claro, depois de todo sucesso, ele não poderia ficar de fora das listas de maiores episódios da TV do ano de 2021 nas retrospectivas de revistas eletrônicas como The New York Times e Entertainment Weekly. ‘Backstory’ dividiu a lista com grandes nomes do ano como Wanda Wision, Pose e outros. O episódio e todas as temporadas da série estão disponíveis na Apple TV+.

A. E. Goldsmith chamou atenção de muitos, tornando-se parte fundamental do episódio. Por causa de tamanho destaque, Shelley foi convidada a dar algumas entrevistas sobre ‘Backstory‘, incluindo para uma das maiores revistas digitais dos Estados Unidos e do mundo, a Forbes.

Além disso, Goldsmith ganhou o coração dos fãs da série:

“O episódio desta semana de Mythic Quest é, provavelmente, minha parte favorita da TV nesse ano. A. E. Goldsmith talvez seja meu nome favorito.”

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Shelley Hennig estrelou em um episódio solo da série Mythic Quest, da Apple Tv+. O episódio 2×06 conta a história de C.W., ou Carl, um escritor que está tentando, a todo custo, emplacar seu primeiro grande lançamento. Shelley interpreta a personagem Anne Goldsmith, também conhecida como A.E., uma mulher forte e inteligente que se destaca em meio a um local de trabalho cheio de testosterona.   

Hoje, 04 de junho, Shelley concedeu uma entrevista para Forbes para falar sobre o episódio, a série, sua personagem e como foi trabalhar no meio de uma pandemia. Confira a tradução da matéria: 

Veja como a segunda temporada de “Mythic Quest” deu início ao período dos anos 70 no meio de uma pandemia

Fazer um live-action em um programa de TV é difícil, mesmo nos melhores momentos. Adicione um período diferente de tempo e uma crise global de saúde, e essa tarefa se torna infinitamente mais difícil. Eu não diria tão rápido que é impossível pois Mythic Quest conseguiu ter um êxito incrível no sexto episódio que desafia os limites da segunda temporada da série. 

Escrito por Craig Mazin (Se beber, não case; Chernobyl) e dirigido pelo co-criador da série Rob McElhenney (também um produtor executivo e parte do elenco), “Backstory!” leva seus telespectadores de volta para 1972 quando o jovem Carl “C.W.” Longbottom (Josh Brener de Silicon Valley) começa a trabalhar como um modesto redator em uma revista de ficção científica em Los Angeles. 

Querendo um dia seguir os passos de grandes escritores (Isaac Asimov, Ray Bradbury e Ursula K. Le Guin), C.W. faz amizade com seus colegas editores – Peter Cromwell (Michael Cassidy de Army of the Dead) e Anne “A.E.” Goldsmith (Shelley Hennig de Teen Wolf) – e segue por um caminho que o leva a sua famosa vitória do prêmio Nebula. 

Em conjunto com a paleta de cores terrosas escolhidas pelo designer de produção Valdar Wilt e com as escolhas de moda certeiras da figurinista Sabrina Rosen (de colares grandes à óculos), a incrível cinematografia feita por Mike Berlucchi e Marc Carter lembra a obscura nostalgia de Zodíaco de David Fincher. 

“Parecia que estávamos filmando um filme. Essa foi a abordagem de Rob e foi um pouco intensa no melhor sentido,” Hennig lembra durante uma entrevista pelo celular com a Forbes Entertainment. “É um presente sem data de validade. Como ator, você – às vezes – é o último a saber das coisas, [mas]Rob foi o tipo de diretor que deixa você saber de tudo, antes mesmo de você chegar no set e isso foi um presente.” 

“De vez em quando, você acaba achando um trabalho que gosta, ‘Espera, espera, espera – Eu quero que esse seja meu trabalho para sempre. Eu não quero deixar esse trabalho nunca mais. Não me faça abandonar isso,’” diz Brener. “Esse foi, realmente, o sentimento com Mythic Quest.” 

“AVISO! Os próximos parágrafos contém spoilers do sexto episódio da segunda temporada de Mythic Quest!”

“Nós tivemos um sucesso incrível com um episódio solo na primeira temporada e pensamos, “Bem, vamos fazer outro desses – apenas porque é divertido para experimentar e fazer coisas diferentes,” explicou McElhenney quando perguntado como o episódio foi criado. “Mas nós pensamos que invés de pegar dois personagens que não conhecíamos – ou que estivesse relacionado ao nosso elenco e série de maneira breve – talvez devêssemos pegar alguém que é um personagem principal no elenco e olhar para sua história de fundo.” 

C.W. é obcecado com histórias de fundo. Nós não sabíamos boa parte do seu passado e queríamos ir por esse caminho,” adiciona a co-criadora/produtora executiva, Megan Ganz. “Nós apenas começamos a inventar esta ideia de ver suas origens humildes [e]como ele chegou no lugar que está hoje.”

“Nós sentimos que era importante explorar a história de C.W. porque ele é o rei de histórias de fundo,” disse a produtora executiva Danielle Kreinik (também Chefe de Desenvolvimento de Televisão da Ubisoft Film & Television). “A ideia de que ele viu o futuro da narrativa em um vídeo game feito apenas com algumas linhas e um quadrado era atraente. Ser capaz de assistir C.W. transformar-se de uma criança de interior apaixonada por sci-fi, para um escritor bem sucedido, para um mestre de churrasqueira, e, então, para o criador de histórias de Mythic Quest é uma jornada comovente de testemunhar.”   

Hennig compara a atuação de Brener como C.W. a assistir uma performance de ballet profissional: “Eu fiquei muito inspirada pela turbulência interna que Josh trouxe para o personagem. Ele era assustador. Ele praticamente dançou e flutuou na água em frente aos meus olhos. Eu estava muito admirada com ele.” 

Já sobre a produção em si, as filmagens de “Backstory” ocorreram em Los Angeles durante um dos meses de pico da pandemia em Novembro. 

“Eu acho que levou dois meses e meio,” contou Hennig sobre as gravações, qual, em tempos normais, duraria uma semana ou um pouco mais. “A gente começava, e então parava. Que Deus abençoe a equipe e produção – Eu não consigo imaginar com o que eles estavam lidando, mas eu estava pronta para a jornada. Eu estava tipo, ‘Qualquer coisa que vocês quiserem’… Fazer isso no meio de uma pandemia, eu acho que é algo que eu definitivamente nunca vou esquecer.”

“Eu me senti mais seguro no trabalho do que em qualquer outro lugar na cidade porque os protocolos de testagem eram muito rigorosos,” adicionou Brener. “Nós éramos testados todos os dias e mesmo assim todo mundo sempre estava de máscara, protetor facial, óculos e luvas. Apenas nos fazia sentir que todos estávamos cuidando um dos outros e parecia um lugar totalmente seguro.” 

A vantagem do prolongamento das gravações era que Brener, Hennig e Cassidy tiveram mais tempo para criar um sentimento genuíno de camaradagem. Por causa do amor deles por sci-fi, o trio de personagens formaram um “Tripod” ( uma referência às terríveis máquinas de guerra de três pernas usadas pelos invasores marcianos na Guerra dos Mundos de H.G. Wells). 

“Eu falei com Rob antes de irmos ao set… Eu me senti tão sortuda [porque]isso não acontece com frequência,” disse Hennig. “Rob e eu conversamos muito sobre a A.E e o Tripod. Muito do que estava por vir era a dinâmica de uma mulher nos anos 70… Eu acho que A.E. é a personagem mais empática que eu já interpretei… Eu estava muito animada para interpretar alguém que é tão segura de si, ela consegue lidar com todos aqueles egos masculinos em sua volta e ela faz isso lindamente e sem hesitar.”

“Nós, realmente, conseguimos conhecer um ao outro bem durante esse tempo,” Brener continua. “Eu acho que também foi porque estávamos no meio de uma pandemia, nós éramos meio que as únicas pessoas que estávamos vendo além daqueles que vemos em casa, então queríamos apenas conversar e nos conectar com outros seres humanos.” 

“Eu sinto como se não tivesse limites para o que eles fazem [se referindo a Mazin e McElhenney], e é por isso que tem sido tão incrível trabalhar com eles,” contou Hennig

No fim do episódio, torna- se bastante claro que o primeiro prémio Nebula de C.W. não foi ganho pelos seu incrível esforço. O sucesso de sua primeira novela não foi por causa de sua própria criatividade, mas por causa de uma longa reescrita, cortesia de Isaac Asimov

Anne (A.E.) parece ser a única a perceber a verdade, e dá a Carl uma chance de falar a verdade logo depois da cerimônia de entrega do prêmio Nebula. Alerta de spoiler: ele não fala a verdade e continua a perder fama até que sua carreira fracassa e ele é forçado a vender frango assado numa feira renascentista. Algum dia ele irá admitir a verdade? 

“Não. Nunca. Eu acho que Josh interpretou isso de maneira incrível,” Hennig explicou. “E então a pausa dramática e estranha…  Rob disse, ‘Apenas deixe tudo acontecer lentamente…’ Ele queria que tudo fosse, realmente, devagar e nunca uma correria. Eu fico arrepiada quando chega naquela parte que eu meio que chamo atenção dele… Na minha opinião, o que Josh fez naquela cena mostra que ele nunca, nunquinha, jamais irá [admitir a verdade]. E o que eu sei sobre C.W., apenas assistindo a série, eu realmente acho isso. Mas o que eu sei? Eu não escrevo a série. Mas para mim, eu esperaria que ele nunca contasse. Eu gosto que as pessoas sejam consistentes.”



‘Dollface’ é a nova aposta de 2019 da Hulu. A série, produzida por Margot Robbie e escrita por Jordan Weiss, conta com um elenco de peso. Kat Dennings (2 Broke Girls) dará vida a Jules, uma mulher que após ser abandonada pelo namorado terá que tentar se reintegrar ao mundo feminino que tinha deixado para trás por causa do relacionamento; e para isso, correrá atrás de amizades deixadas no passado. A série é uma comédia e também conta com nomes como Shay Mitchell (Pretty Little Liars) e Brenda Song (Zack & Cody)


Shelley surpreendeu os fãs com uma foto no Instagram, ao lado de Kat, onde anunciou sua participação na série: “Ei @katdenningsss é um SONHO ELA É LITERALMENTE A MELHOR, EU NUNCA CHAMEI NINGUÉM DE UM SONHO NA MINHA VIDA & eu sou ‘Ramona’. #Dollface escrita pela prodígio @jweissy na @hulu em Novembro. Obs: meu irmão me perguntou se #Hulu era um aplicativo. “

Estamos ansiosos para mais informações sobre a série e sobre Ramona. Uma coisa que temos certeza é que a série tem tudo para ser um sucesso. A Hulu vem crescendo cada dia mais e quem já teve a oportunidade de assistir o piloto de ‘Dollface’, garantiu que a série é muito engraçada.

‘Dollface‘ estreia em novembro, fiquem ligados no Shelley Hennig Brasil para mais informações.



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